Alessandro Molon | Deputado federal pelo Rio de Janeiro | [BOM DIA BRASIL] Molon critica data marcada para cassação de Cunha
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[BOM DIA BRASIL] Molon critica data marcada para cassação de Cunha

11 agosto, 2016 [BOM DIA BRASIL] Molon critica data marcada para cassação de Cunha

Depois de quase nove meses de indefinição, o processo de cassação do deputado Eduardo Cunha ficou para setembro, só depois da votação do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. A data marcada foi logo uma segunda-feira. (Confira aqui a reportagem)

Dia 12 de setembro é a data escolhida. É uma segunda-feira, dia da semana em que é difícil encontrar deputados em Brasília. Parlamentares que defendem a cassação de mandado de Eduardo Cunha criticaram o dia escolhido.

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Nos últimos dias, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vinha sendo pressionado. Parlamentares queriam que ele definisse logo a data de votação do processo de cassação do deputado afastado, Eduardo Cunha. Na quarta-feira (10) à noite, Rodrigo Maia, por meio da assessoria de imprensa, informou que a votação será no dia 12 de setembro.

O processo de cassação de Eduardo Cunha foi aberto em novembro do ano passado e se arrastou durante todo o primeiro semestre deste ano, com idas e vindas. Cunha é acusado de ter mentido na CPI da Petrobras ao dizer que não tem contas no exterior.

Em maio, por decisão do Supremo Tribunal Federal, Cunha foi afastado do mandato e da presidência da Câmara. Em julho, ele renunciou à presidência da Casa.

Na votação, em plenário, serão necessários 257 votos para que Eduardo Cunha perca definitivamente o mandato. Na Câmara, o anúncio da votação para depois da decisão do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, recebeu críticas.

“O governo e boa parte da Câmara parecem temer que a cassação de Eduardo Cunha antes do impeachment o levem a delatar o que ele sabe. Isso é um sinal muito ruim. O que é que ele sabe que não pode vir à tona antes da votação no Senado?”, afirmou o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).

A assessoria de imprensa informou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, respeitou a média histórica de votações deste tipo de processo, e que o dia foi definido depois de conversas com líderes partidários.

Por: Fernando Rêgo Barros
FONTE: Bom Dia Brasil

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