Alessandro Molon | Deputado federal pelo Rio de Janeiro | [JORNAL NACIONAL] Apesar de luta para salvar saúde e educação, Câmara aprova PEC da Desigualdade
28295
post-template-default,single,single-post,postid-28295,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-theme-ver-6.0,wpb-js-composer js-comp-ver-4.3.4,vc_responsive

[JORNAL NACIONAL] Apesar de luta para salvar saúde e educação, Câmara aprova PEC da Desigualdade

25 outubro, 2016 [JORNAL NACIONAL] Apesar de luta para salvar saúde e educação, Câmara aprova PEC da Desigualdade

A Câmara dos Deputados está em sessão para votar, em segundo turno, o limite para o aumento dos gastos públicos. Clique aqui e assista a matéria.

O presidente Michel Temer participou ativamente da ofensiva para aprovar a PEC dos gastos. Na noite de segunda-feira (24), se reuniu com deputados na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Siga @alessandromolon no Twitter
Acompanhe pelo Facebook
Adicione Molon no Instagram

Nesta terça-feira (25), fechou acordo com partidos aliados para que eles indiquem 12 vice-presidentes da Caixa Econômica e acertou a volta temporária à Câmara dos ministros das Cidades e de Minas e Energia para garantir mais dois votos no plenário.

“Contribuir para essa PEC que é importantíssima para o reequilíbrio das contas públicas”, disse o deputado Fernando Coelho Filho (PSB-PE).

A PEC limita o aumento dos gastos públicos a partir de 2017. Por até 20 anos, as despesas serão corrigidas pela inflação do ano anterior. Despesas com saúde e educação só entram no limite de teto a partir de 2018. E na saúde o percentual mínimo a ser investido vai aumentar para 15% da receita da União em 2017, uma diferença de R$ 9 bilhões.

A oposição recolheu na internet 325 mil assinaturas contra a PEC.

“A PEC é muito ruim de qualquer jeito, mas pelo menos nós vamos tentar na votação de um destaque em separado retirar a saúde e s educação da PEC”, disse o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).

Para os governistas, não há o que mexer.

“O texto está bom, está pronto, está acabado e foi muito discutido à exaustão e a nossa base tem uma convicção muito clara de que é esse texto que vai ajudar a recuperar o país”, afirmou o deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA).

Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, são necessários os votos de pelo menos 308 deputados aprovando a proposta para que ela possa passar no plenário da Câmara.

A PEC dos gastos foi aprovada com 359 votos favoráveis, 116 contrários. O governo aprovou o texto principal.

Depois do texto principal, serão votados seis destaques. O principal deles é para tirar do limite de gastos as despesas com saúde e educação. Portanto, a votação ainda vai longe.

Concluída a votação, a proposta segue para o plenário do Senado. Lá, serão necessários os votos de 49 deputados. E, a partir daí, ela será aprovada em duas votações em separado. Aprovada no Senado, a proposta pode virar lei.

A primeira votação no plenário do Senado está prevista para o dia 29 de novembro.

Por: Júlio Mosquera
FONTE: Jornal Nacional

BRASÍLIA - O líder da Rede na Câmara, deputado Alessandro Molon (RJ), acompanhou na tarde
Uma proposta que viola precedentes do Supremo Tribunal Federal, compromissos internacionais assinados pelo Brasil e
BRASÍLIA - Após o Senado proibir as doações de empresas a candidatos e partidos políticos
O Marco Civil da Internet foi aprovado nesta terça-feira pelo Senado, sem qualquer alteração de