Alessandro Molon | Deputado federal pelo Rio de Janeiro | Trajetória
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Trajetória

Com uma atuação marcada pela ousadia e coragem, Alessandro Molon (Rede Sustentabilidade -RJ) conquistou o reconhecimento de cidadãos, parlamentares de todos os partidos e até de outros países em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Em 2014, foi reeleito deputado federal pelo Rio de Janeiro.

 

Vitórias como a garantia da web livre com o Marco Civil da Internet e o fim do voto secreto no Congresso em casos de cassação contribuíram para que Molon se tornasse um dos deputados mais influentes da Casa, respeitado por governo e oposição. Para quem conhece sua trajetória, no entanto, isto não é nenhuma surpresa.

Molon relatou proposta do voto aberto na Câmara
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Molon nasceu em 28 de outubro de 1971, em Belo Horizonte. Seus pais já moravam no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde cresceu e estudou na Escola Isa Prates e no Colégio Santo Agostinho, de onde traz as melhores lembranças.

 

E foi justamente a experiência em uma escola que fez Molon decidir entrar para a política. Como professor de História da rede pública do Rio, deparou-se com salas de aula em situação precária e com alunos sem a perspectiva de que a escola pudesse mudar suas vidas, Molon concluiu que precisava e podia fazer mais – e que o caminho para isso, por mais difícil que fosse, era a política.

 

Com o objetivo de preparar-se melhor para ser um parlamentar qualificado, que pudesse elaborar propostas inteligentes e sustentá-las com bons argumentos, Molon fez uma nova faculdade, de Direito. A escolha mostrou-se acertada: Molon atualmente é professor de Processo Legislativo da PUC-Rio.

Como deputado federal, Molon enfrentou e venceu interesses poderosos para aprovar o Marco Civil da Internet, que garante os direitos dos usuários na web. A lei é considerada pelos inventores da rede a melhor legislação do mundo sobre internet e já se tornou um exemplo para outros países.

 

Molon também lutou com garra em defesa do direito do Estado do Rio aos royalties do petróleo e conseguiu parar o Congresso no momento em que o Rio seria atropelado.

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Idealizou uma proposta ousada que serviu de inspiração para a lei que destinou mais R$ 200 bilhões para a Educação com o Fundo Social do Pré-Sal.

 

Antes de ser eleito para a Câmara Federal, em 2010, com 130 mil votos, Molon exerceu dois combativos mandatos como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj). Suas votações crescentes nas urnas, de 52 mil votos, em 2002, e 86 mil votos, em 2006, demonstram a aprovação pelos eleitores fluminenses de sua luta destemida por um Rio melhor.

 

Na Alerj, presidiu a Comissão de Direitos Humanos, onde denunciou casos de tortura, extermínios e outras graves violações. Também foi presidente da Comissão de Cultura, onde enfrentou e derrotou a tentativa do governo do estado de privatizar o Theatro Municipal.

Em setembro de 2015, Molon se desfiliou do Partido dos Trabalhadores depois de 18 anos e ingressou na Rede Sustentabilidade.

 

Sua atuação séria e determinada tem sido reconhecida através das mais diversas premiações e homenagens. Para citar algumas, recebeu o Colar do Mérito do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; foi agraciado com a Medalha de Honra da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro; condecorado com a Comenda do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região; recebeu o Prêmio Personalidade Cidadania da Associação Brasileira de Imprensa, da Academia Brasileira de Filosofia e do Jornal Folha Dirigida; homenageado com a Medalha Dom Hélder Câmara da PUC-Rio; recebeu o Título de Cidadão do Espírito Santo, por sua luta aguerrida em defesa dos royalties do petróleo para o Rio e o Espírito Santo; e foi agraciado com a Medalha da Inconfidência do Estado de Minas Gerais.

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